Jéssica Borges Ribeiro

Jéssica Borges Ribeiro

RizomarRizomar Rodrigues da Silva é graduado em Engenharia Florestal Universidade Federal do Amazonas e pós graduado em Ciência Florestais e Ambientas pela mesma universidade.

Profissional com experiência para elaboração de estudos, projetos ambientais, excelência em licenciamentos ambientais em todas as esferas da administração pública, atividades de campo, recuperação de áreas degradadas, condução de viveiros florestais, georreferenciamento, mapeamento, manejo florestal, atividades florestais, reparação de danos ambientais, com liderança, facilidade para trabalhar em grupo, desenvolver e acompanhar projetos comunitários, responsabilidade social e ambiental, desenhos técnicos, estradas florestais, desmatamento, reflorestamento, uso alternativo do solo, palestras, ensino, pesquisa, extensão, projetos para captação de recursos externos e internos, supervisão, coordenação, orientação técnica, planejamento, estudos de viabilidade técnico-econômica, direção de obra e serviços técnicos, vistoria, perícias, avaliação, laudos e parecer técnico, elaboração de orçamentos, fiscalização de obras e serviços, condução e gerenciamento de equipes ambientais e florestais.

 

Plano de trabalho:

1 - Resgatar a grandeza do sistema, criando e fortalecendo uma identidade ao CONFEA/CREA que não se baseia somente na defesa, mas na conquista de novos mercados e territórios para atuação do profissional de engenharia.

2 - Promover a criação de um Programa com força de abrangência nacional, capaz de reestruturar os CREAs e seu poder fiscalizatório.

3 - Direcionar garantias financeiras que melhorem a identidade do SISTEMA, e que possam modernizar a inteligência e administração dos Conselhos.

4 - Desencadear campanha nacional em prol da valorização e capacitação do corpo técnico de engenheiros, agrônomos e profissionais das geociências componentes do serviço público e da regulamentação destas carreiras como típicas de Estado.

5 -Reestruturar o Congresso Nacional de Profissionais e demais fóruns consultivos do nosso Sistema Profissional, elevando significativamente sua eficácia e efetividade.

6 - Promover o aumento de investimento para implantação de um novo programa nacional de valorização e direito profissional. Usando a inovação como ferramenta estratégica para o aumento de abrangência e fortalecimento do profissional, através do Sistema CONFEA/CREA.

7 - Atuar de maneira forte, inteligente e incessantemente na defesa e soberania da atuação Profissional, na Robustez e Grandeza do CONFEA bem como da melhoria do capital tecnológico.

8 - Avançar em regime de urgência, com estratégias que possam ser consolidadas e aplicadas imediatamente. Associando todos os setores da sociedade nos âmbitos político, produtivo, jurídico, social e educacional para o fortalecimento das Entidades de Classe que estão mais próximas dos profissionais.

9  -Articular a unidade do SISTEMA CONFEA para ação efetiva, junto aos organismos nacionais e internacionais, para conquistas de novos territórios. Realizando a inserção, valorização e defesa das profissões vinculadas ao Sistema CONFEA/CREA e Mútua.

10 - Aumentar a “imunidade jurídica” para o exercício profissional já consolidado e torná-lo ainda mais abrangente, dinâmico e ajustável às necessidades de mudanças exigidas pelo mercado de trabalho, permitindo o avanço tecnológico dos profissionais e do sistema CONFEA/CREA.

11- Reestruturar o CONFEA para novos desafios (uma mudança de imagem e de atitudes), para o empoderamento e enfrentamento das dificuldades existentes, para inserção do profissional no mercado.

Paulo Guimarães FotoPaulo Roberto de Queiroz Guimarães é Engenheiro Civil, formado pela pela PUC Caminas, Pós-graduado em Administração e Educação, começou a carreira profissional na IBM, foi professor de Engenharia da PUC Campinas, onde implantou e coordenou o ETAC – Escritório Técnico de Apoio à Comunidade, praticando Engenharia Pública e Social, atuando também como profissional autônomo. Integrante do Conselho Superior da Indústria da Construção, na FIESP.

 

Plano de trabalho:

1. Reposicionar o CONFEA como protagonista de fato, dos rumos da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da Geografia, da Meteorologia e da Tecnologia nacionais, inserindo a Instituição no dia a dia de cada PROFISSIONAL do Sistema;

2. Tornar o CONFEA transparente, acessível e aberto, com iniciativas que permitam a democratização e efetiva participação de todos os PROFISSIONAIS, como a votação pela internet;

3. Atuar de forma ética adotando ferramentas de complience e gestão da qualidade (ISO 9001), conforme implantado na Mútua;

4. Reduzir os valores das taxas e das anuidades dos CREAs pagas pelo PROFISSIONAL, cortando as despesas não essenciais dos Conselhos;

5. Recolocar a Engenharia e a Agronomia no protagonismo do desenvolvimento nacional, criando oportunidades no mercado de trabalho, fomentando o empreendedorismo, a inovação e a qualificação profissional;

6. Apoiar o PROFISSIONAL desempregado ou subempregado empreendendo todos os esforços para assegurar o exercício da profissão e a garantia do piso salarial estabelecido por lei;

7. Implantar a transformação digital e otimizar os processos administrativos do Sistema, reduzindo a espera e burocracia dos serviços oferecidos aos PROFISSIONAIS;

8. Concentrar recursos na fiscalização, atividade-fim do Sistema, estabelecendo limites aos CREAs e ao CONFEA para gastos operacionais, eliminando despesas desvirtuadas e desnecessárias;

9. Combater o exercício ilegal da profissão praticado por leigos, em defesa do PROFISSIONAL e da sociedade;

10. Consolidar o Crea Júnior como programa oficial do Sistema Confea/Crea e Mútua, promovendo maior interação com as instituições de ensino, estudantes e jovens profissionais;

11. Promover a efetiva participação das mulheres profissionais do Sistema garantindo a equidade em todas as esferas de atuação, em especial no ambiente de trabalho;

12. Tornar o Confea o vetor determinante da implantação da Engenharia pública nacional, bem como, estimular a prática da Engenharia Social, prestando, assim, um relevante serviço à sociedade.

moliterno altA CCS não recebeu nenhuma arquivo sobre a trajetória profissional do candidato.

 

Plano de trabalho:

1. Eleições Digitais: As eleições devem ser feitas obrigatoriamente por meio digital - via aplicativo ou site na internet –, de forma prática, simples, democrática e inclusiva, como já feito em diversas entidades de Engenharia;

2. PEC 108: promoverei meus melhores esforços para que seja aprovada a Proposta de Emenda à Constituição nº 108/2019, que conta com apoio do Ministro da Economia Paulo Guedes, e contra a qual insurgem-se os dirigentes do sistema CONFEA/CREA;

3. ART gratuita: promoverei meus melhores esforços junto ao Congresso Nacional para que seja aprovada legislação que torne GRATUITA a ART, a ser preenchida de forma mais enxuta, eficiente e menos burocrática;

4. Anuidade: reduzirei o valor da anuidade, a fim de que seja utilizada exclusivamente para custear o orçamento anual do sistema, sem desperdícios ou excedentes de caixa, incorporando o custo de emissão da ART, e isentarei de pagamento os profissionais desempregados.

5. Maior Autonomia: promoverei esforços para alterar a legislação a fim de permitir que o novo sistema CONFEA/CREA seja dirigido de forma independente, tendo por modelo o sistema adotado pela Ordem dos Advogados do Brasil, que valorize o profissional perante a sociedade;

6. Qualificação Profissional: promoverei meus melhores esforços para que o profissional tenha maior acesso à atualização técnica, qualificação profissional e inter-câmbios com outros países mais desenvolvidos.

Joel Krüger FotoJoel Krüger nasceu em Curitiba onde se graduou em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano pela Université de Technologie de Compiegne e em Didática no Ensino Superior (PUC-PR).

É professor da Escola Politécnica da PUC-PR há 35 anos, onde coordenou o Curso de Engenharia Civil da instituição por vários anos. Atualmente, ministra as disciplinas de Rodovias e Engenharia Legal.

Iniciou sua trajetória no Sistema Confea/Crea/Mútua como conselheiro titular do Crea-PR (2005 e 2010) e diretor-tesoureiro (2006 a 2010). Em 2011, foi eleito presidente do Crea-PR, cargo que ocupou por dois mandatos consecutivos (2012-2017). Em 2017, foi eleito para a presidência do Confea (2018-2020) com base um programa de amplas mudanças apoiado pela grande maioria dos profissionais.

Joel Krüger é associado ao Senge-PR, IEP, Abenc-PR, Mútua e Abenge. Foi fundador e primeiro presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos da Prefeitura Municipal de Curitiba, Autarquias e Empresas Coligadas (Assengea). É membro honorário e sócio benemérito de diversas entidades de classe de todo o país.

 

Plano de trabalho:

Da Defesa e Valorização das Profissões:

  • Continuar defendendo a soberania nacional, as empresas nacionais e o capital tecnológico brasileiro;
  • Continuar o trabalho desenvolvido nos últimos dois anos do resgate do protagonismo das engenharias, da agronomia, das geociências para o desenvolvimento nacional;
  • Fortalecer e continuar o trabalho de valorização de todas as profissões vinculadas ao Sistema Confea/Crea e Mútua;
  • Seguir na defesa contra a privatização de grandes empresas nacionais como Eletrobrás, Petrobrás, Furnas, entre outras.
  • Defender a manutenção da Lei do salário mínimo profissional e a criação da engenharia como carreira de Estado;
  • Ampliar a atuação junto ao Congresso Nacional em projetos de lei que tratam de interesses das nossas profissões e combater projetos como a PEC 108, que pretende desregulamentar nossas profissões;
  • Ampliar o Programa Mulher criado nesta gestão para incentivar a participação feminina no Sistema Confea/Crea e Mútua, e fortalecer a representatividade nos cargos de liderança com a presença mais equilibrada das mulheres nas profissões registradas no Sistema;
  • Fortalecer o trabalho de reciprocidade internacional desenvolvido na gestão, como por exemplo, com a Ordem dos Engenheiros de Portugal, nas áreas de mobilidade profissional e certificação com outras entidades internacionais;
  • Defender a unidade das profissões vinculadas ao Sistema Confea/Crea, evitando o desmembramento e o consequente enfraquecimento do nosso Sistema Profissional;
  • Ampliar a reestruturação de importantes fóruns consultivos do nosso Sistema, como a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (Soea) e o Congresso Nacional de Profissionais (CNP) com programação técnica de alta qualidade e resgate da presença política, fundamentais para reconstruir projetos de interesse da nação;
  • Defender a qualidade da formação profissional de graduação, combatendo o ensino 100 por cento a distância e a proliferação excessiva de cursos;
  • Dialogar com órgãos públicos pelo cumprimento da Resolução 1116/2019, aprovada pelo Plenário do Confea que ressalta que serviços e obras de engenharia são especializados, devendo ser contratados pela modalidade técnica e preço, evitando o uso do pregão;

 

Da Integração do Sistema Confea/Crea e Mútua

  • Ampliar mecanismos e a capacidade de fiscalização de todos os Creas, desencadeando ampla campanha de fiscalização profissional em defesa da vida e da segurança da sociedade;
  • Continuar o trabalho de pacificação do Sistema Confea/Crea e Mútua, atuando com equidade, harmonia e respeito no relacionamento com os Creas e Caixas de Assistência da Mútua;
  • Intensificar a participação dos profissionais na Mútua, ampliando a base de associados e o rol de benefícios para que sejam mais atrativos para os profisisonais;
  • Garantir o pleno funcionamento das 27 Caixas de Assistência das Mútuas, ampliando a autonomia administrativa das Regionais;
  • Ampliar os programas de suporte administrativo e financeiro aos Creas, como os que viabilizaram obras de reestruturação física dos Creas;
  • Ampliar os programas em apoio às Entidades de Classe e Instituções de Ensino, em especial nas políticas de patrocínio e estandes e editais de chamamento público.
  • Atuar junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e demais órgãos da administração pública, visando a recuperação de repasses de percentuais dos valores arrecadados pelos Creas para as entidades de classe;
  • Continuar o trabalho de integração do Sistema, com a promoção de encontros nacionais nas áreas de Fiscalização, Comunicação, TI, Procuradoria Jurídica, entre outros;
  • Agir proativamente visando a harmonização de procedimentos administrativos entre os Creas;
  •  Garantir a aprovação da federalização do Plenário do Confea
  • Ampliar a participação do Colégio de Entidades Nacionais (CDEN), Colégio de Entidades Regionais (Cder) e Entidades Precursoras na gestão do Confea;
  • Manter o tratamento isonômico dado a todas as profissões e profissionais jurisdicionados a este Sistema;
  • Ampliar as campanhas de comunicação institucional e de utilidade pública realizadas pelo Confea, sempre valorizando as profissões, bem como a defesa e a informação da sociedade.
  • Fortalecer os programas voltados a estudantes e jovens profissionais como Crea Júnior e Crea Jovem, buscando mecanismos legais para sua efetiva  implantação;
  • Implantar a Escola Superior Corporativa – ESC, focada na capacitação e habilitação de Conselheiros, Inspetores, Dirigentes de Entidades de Classe, profissionais e funcionários em temas inerentes às profissões;
  • Estruturar um Portal de Empregabilidade com vistas à inserção dos profissionais no mercado de trabalho.

 

Da Gestão Organizacional do Confea

  • Fortalecer as ações do Plenário e das Comissões Regimentais do Confea por meio de uma atuação democrática e alinhada aos normativos legais e às expectativas das profissões e dos profissionais;
  • Respeitar os princípios fundamentais do serviço público na gestão do Confea, em especial quanto a probidade, publicidade, moralidade, legalidade, economicidade e transparência;
  • Implantar concurso público no Confea para ampliar a capacidade operacional e melhorar o atendimento junto aos Creas e profissionais.

mesquitaDiogo Mesquita Aguiar é natural de Livramento de Nossa Senhora na Bahia, Engenheiro Agrônomo, Técnico em Agropecuária e atualmente exerce a função de Técnico Operacional IV – Agrícola na CEAGESP. Atuou como Técnico em Agropecuária e foi auxiliar de fiscalização - ADAB.

 

Plano de trabalho:

1 – Modernizar o sistema CONFEA / CREA no atendimento aos profissionais, empresas e públicos em geral;

2 - Campanha intensiva na defesa e na valorização dos Profissionais devidamente registrados no sistema CONFEA / CREA’s;

3 - Articular ação efetiva do CONFEA junto a organismos nacionais e internacionais para inserção, valorização e defesa das profissões vinculadas ao Sistema CONFEA / CREA e Mútua;

4 – Intensificação na Fiscalização de forma orientativo, reprimindo o exercício irregular da profissão por meio do aprimoramento e da otimização do sistema CONFEA / CREA’s;

5 – Fazer uma gestão com programas de qualificação e capacitação na gestão do quadro funcional do CONFEA;

6 – Atuar com respeito profissional no relacionamento aos CREA’s;

7 - Combater a multiplicação excessiva de cursos e a fragilização do processo de formação de novos profissionais.

Alexandre Magno FotoAlexandre Magno Santos Cruz é Engenheiro Eletricista e Técnico em Eletrotécnica.

 

Plano de trabalho:

O objetivo é tornar o CONFEA uma entidade mais forte, buscando a valorização e união da classe dos Profissionais. Propor reformas estrutural nos conselhos, de forma reduzir custo operacional da instituição e consequentemente dos profissionais, tornando os CREAS órgãos mais modernos, com a inserção de novas tecnologias para operação de serviços, de maneira a agilizar os processos, adoção de plataformas digitais, reavaliação das tarifas aplicadas aos serviços e anuidades. Propor mudanças e discursões em torno das atribuições da engenharia concedidas a outros conselhos (Arquitetura e Técnicos), promover discursões, estudos, medidas e avalições de catástrofes ocasionado pelo mal uso da Engenharia e Agronomia no País, combater e implementar novas ações Fiscalizadoras, promover eventos educativos e de conscientização perante a sociedade da importância da Engenharia e Agronomia no Brasil, de boas práticas, resgatando a credibilidade perante a sociedade abalada devido eventos ocorridos nos últimos anos.

AdrianaEngenheira Eletricista, Eletrônica e Telecomunicações pela Universidade Estadual de Minas Gerais/Instituto Superior de Ensino e Pesquisa - Unidade de Ituiutaba/MG (2000), Pós-Graduada em Engenharia Segurança do Trabalho (2016). Responsável Técnico e Gerente do contrato na Montagem e Projetos Especiais - MPE, manutenção de água e esgoto de Brasília, contrato terceirizado pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal - CAESB (2017/2020). Responsável Técnico pela Empresa Resende & Rabelo e Engenharia e Construções (2015/2017). Responsável Técnico pela Empresa Inframerica Aeroporto de Brasília (2012/2015). Responsável Técnico e coordenadora de Setor pela Empresa IOS/INFRAERO - Informática Organizações e Serviços (2007/2012). Responsável Técnico e coordenadora de Setor pela Empresa Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL (2002/2007). Engenheira analista pelo Ministério das Comunicações (2001/2002).

ATIVIDADES NO SISTEMA CONFEA/CREA/MÚTUA
Nos mandatos consecutivos de 2012/2014 e de 2015/2017 atuou como conselheira da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica - CEEE representando a ABEE-DF - Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas-DF. Em 2016 eleita coordenadora adjunta da CEEE; em 2017 foi reeleita coordenadora adjunta da CEEE. No mandato de 2018/2020, conselheira titular da CEEE representando a ABEE-DF, tendo sido eleita e reeleita coordenadora para o período 2018/2019. Em 2020 foi eleita pelo plenário do CREA-DF Diretora Administrativa, afastada desde 03 de março de 2020 para concorrer às eleições gerais do Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA. Como Coordenadora da CEEE, participou ativamente das reuniões da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica – CCEEE - segunda reunião em São Paulo/SP (maio/2018), terceira reunião em Manaus/AM (julho/2018); em 2019 foi eleita Coordenadora adjunta da CCEEE, com participação ativa nas Reuniões Nacionais, Segunda Reunião da CCEEE, em Belém/PA (abril/2019); Terceira Reunião da CCEEE, em Brasília/DF (julho/2019); Quarta Reunião da CCEEE, em Goiânia/GO (novembro/2019). Participou do 7º Encontro de Líderes Representantes do Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA, em Brasília/DF (fevereiro/2018). Participou do 8º Encontro de Líderes Representantes do Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA, em Brasília/DF (fevereiro/2019). Participou da 75ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia, em Maceió/AL (agosto/2018). Participou da 76ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia, em Palmas/TO (setembro/2019). Durante os mandatos, participou ativamente como membro das seguintes Comissões: Ética Profissional - CEP, Orçamento e Tomada de Contas - COTC, Acessibilidade Ambiental - CAA, Renovação do Terço - CRT, Normas e Procedimentos - CNP, Comissão do Mérito. Atualmente é membro (afastada) da Comissão Especial de Reforma e Construção da nova sede.

ATIVIDADES NAS ENTIDADES DE CLASSE
Na ABEE Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas-DF foi Vice-presidente mandato 2017/2019. Atualmente é Vice-presidente para o mandato de 2019/2021, afastada desde 03 de março de 2020 para concorrer às eleições gerais do Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA. Diretora de Relacionamento ABEE-DF. Presidente do Diretório Acadêmico - DA/UEMG, período 1995/1997.

 

Programa de Trabalho: 

  • Apoiar a implementação do voto pela internet;
  • Planejar e desenvolver ações coordenadas entre o Confea/Crea/Mútua;
  • Criar o espaço “fale com a presidente”;
  • Valorizar a presença da mulher em todas as categorias profissionais do Sistema;
  • Rever plano de cargos e salários dos servidores;
  • Valorização de todas as categorias profissionais do Crea-DF;
  • Apoiar o profissional de todas as categorias do Sistema que comprovar atuação na área de docência;
  • Atualizar a cartilha de orientação de todas as categorias profissionais;
  • Trabalhar para o que é relevante para a sociedade;
  • Fiscalização do exercício profissional mais eficiente de todas as categorias profissionais;
  • Debater um novo modelo de fiscalização apoiando um novo normativo para aperfeiçoar as providências administrativas adotadas pelo Crea-DF.

 

FOTO FATIMAFátima Có, Engenheira Civil, pós graduada em Engenheira de Segurança do Trabalho e em Gerência Empresarial. Capixaba, está em Brasília desde 1978, e desde então, exerceu ativamente a profissão, ocupando diversos cargos no Governo do Distrito Federal. Entre eles, fez parte da primeira equipe de obras do Metrô-DF, foi Diretora de Obras da Secretaria de Habitação, Secretária Adjunta de Infra Estrutura e Obras, Diretora Geral do Serviço de Limpeza Urbana e atualmente é aposentada.

Tendo exercido vários mandatos como Conselheira do Crea-DF, Diretora da Federação Nacional dos Engenheiros-FNE, Diretora do Sindicato dos Engenheiros, Diretora do Clube de Engenharia e em 1997, foi eleita a primeira mulher para presidente do CREA-DF.

 

Programa de Trabalho:

  • Atuar de forma mais incisiva para que o CREA seja ouvido e respeitado nas questões voltadas às áreas de engenharia, agronomia e geociências, influenciando diretamente nas tomadas de decisões.
  • Aumentar as ações de combate ao exercício ilegal das profissões, modernizando ainda mais o sistema de fiscalização do exercício profissional, investindo em novas ferramentas e estabelecendo novas metodologias, de modo que a fiscalização seja permanente, ágil, efetiva, eficiente e proativa.
  • Consolidar a modernização dos procedimentos administrativos do CREA para agilizar e qualificar mais o atendimento prestado aos profissionais e empresas, cumprindo prazos e aperfeiçoando com o uso das ferramentas de inteligência artificial (BI, RPA, etc.).
  • Participar ativamente da pol ítica de desenvolvimento do País e consequentemente do Distrito Federal, de modo a aumentar as oportunidades de emprego e geração de riquezas, valorizando tecnologias comprometidas com a preservação do meio ambiente.
  • Trabalhar em conjunto com as entidades de classe para que cada vez mais sejam organismos políticos de representação das diversas categorias abrangidas pelo sistema, no âmbito de atuação de cada um, respeitando suas interfaces.
  • Interagir com as instituições de ensino, visando o aprimoramento dos currículos oferecidos e fazer chegar aos estudantes as questões relacionadas à ética, a legislação e o exercício profissional.
  • Consolidar o Programa de Educação Continuada em conjunto com as entidades de classe, para o aperfeiçoamento e atualização profissional.
  • Ampliar a política de comunicação no sentido de alcançar e integrar os profissionais, as entidades de classe, as instituições de ensino e a sociedade.
  • Firmar convênio com os órgãos competentes para implementar o acompanhamento técnico na construção da casa própria e no cultivo de produtos básicos para a agricultura familiar, voltada para as pessoas de baixa renda.
  • Incentivar a criação de Câmaras Temáticas Multiprofissionais para discutir, propor e deliberar sobre temas específicos.
  • Promover o registro de Tabela de Honorários Profissionais, em conjunto com as entidades de classe e condizentes com a valorização dos profissionais e suas práticas.
  • Ampliar as funcionalidades dos aplicativos CREA-DF PROFISSIONAL E CREA-DF CIDADÃO.
  • Estender (hoje já implantado para as anuidades) o pagamento por meio de cartão de crédito/débito para as ARTs, permitindo a liberação imediata.
  • Implantar o auto-atendimento via totens, internet e outros canais.
  • Aumentar a interatividade do CREA transmitindo as sessões plenárias e outros eventos via youtube.
  • Persistir na lutar pela valorização do trabalho da mulher na área tecnológica, sem limitações e discriminação.

O presidente do Crea-DF em exercício, Pedro Assad, concedeu entrevista a TV Brasília e falou sobre a situação de prédios ilegais em Vicente Pires. 

O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) é uma associação civil sem fins econômicos e de utilidade pública que atua no Distrito Federal desde 1988.

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